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Trabalhadores da ALGAR estão com pagamentos atrasados

Horas extras, sobreaviso e outros benefícios ainda não foram pagos

Escrito por: Edvaldo Ferreira • Publicado em: 28/07/2016 - 17:20 • Última modificação: 28/07/2016 - 17:26 Escrito por: Edvaldo Ferreira Publicado em: 28/07/2016 - 17:20 Última modificação: 28/07/2016 - 17:26

Arte LAERTE

Nesta quinta-feira (28/7), os trabalhadores da Algar que prestam serviços para a TIM compareceram ao Sinttel-DF, para denunciar que a empresa não está realizando os pagamentos de horas extras e sobreaviso e benefícios sociais à categoria. Esses funcionários são responsáveis pela manutenção preventiva, corretiva e limpeza nos sites e centrais telefônicas (celular) da TIM Celular.

De acordo com os trabalhadores, para economizar a empresa não oferece as condições necessárias para realização das demandas. “A empresa não tem equipe de zeladoria e está obrigando os técnicos a capinar mato com as mãos porque a empresa não oferece as ferramentas adequadas para a limpeza nas áreas dos prédios”, denunciou um trabalhador.

Os trabalhadores disseram aos diretores do Sinttel-DF que não tem intervalo para o almoço. Para piorar a situação, o grupo tem como ponto de apoio um galpão improvisado sem as mínimas condições de higiene e segurança. “É um absurdo o que está acontecendo com os trabalhadores, exigimos uma posição da Algar”, afirmou o diretor do Sinttel-DF Antonio Martins.

O sindicato alerta a Algar para a gravidade do problema e solicita que empresa procure o sindicato imediatamente para discutir uma solução negociada para a situação. “Os trabalhadores precisam receber os pagamentos atrasados, uma vez que esses valores já fazem parte do orçamento da família”, acrescentou. A TIM também poderá ser responsabilizada, uma vez que ela contratou a Algar para executar os serviços.

Sem Acordo Coletivo

Assim que assumiu o contrato com a TIM, em abril, a Algar se reuniu com o sindicato e se comprometeu em celebrar o Acordo Coletivo de Trabalho com os trabalhadores. A empresa sumiu e até hoje o acordo não foi assinado, deixando a categoria desprotegida e revoltada com a empresa. Os trabalhadores continuam na sede do Sinttel-DF aguardando uma posição da empresa.

Título: Trabalhadores da ALGAR estão com pagamentos atrasados, Conteúdo: Nesta quinta-feira (28/7), os trabalhadores da Algar que prestam serviços para a TIM compareceram ao Sinttel-DF, para denunciar que a empresa não está realizando os pagamentos de horas extras e sobreaviso e benefícios sociais à categoria. Esses funcionários são responsáveis pela manutenção preventiva, corretiva e limpeza nos sites e centrais telefônicas (celular) da TIM Celular. De acordo com os trabalhadores, para economizar a empresa não oferece as condições necessárias para realização das demandas. “A empresa não tem equipe de zeladoria e está obrigando os técnicos a capinar mato com as mãos porque a empresa não oferece as ferramentas adequadas para a limpeza nas áreas dos prédios”, denunciou um trabalhador. Os trabalhadores disseram aos diretores do Sinttel-DF que não tem intervalo para o almoço. Para piorar a situação, o grupo tem como ponto de apoio um galpão improvisado sem as mínimas condições de higiene e segurança. “É um absurdo o que está acontecendo com os trabalhadores, exigimos uma posição da Algar”, afirmou o diretor do Sinttel-DF Antonio Martins. O sindicato alerta a Algar para a gravidade do problema e solicita que empresa procure o sindicato imediatamente para discutir uma solução negociada para a situação. “Os trabalhadores precisam receber os pagamentos atrasados, uma vez que esses valores já fazem parte do orçamento da família”, acrescentou. A TIM também poderá ser responsabilizada, uma vez que ela contratou a Algar para executar os serviços. Sem Acordo Coletivo Assim que assumiu o contrato com a TIM, em abril, a Algar se reuniu com o sindicato e se comprometeu em celebrar o Acordo Coletivo de Trabalho com os trabalhadores. A empresa sumiu e até hoje o acordo não foi assinado, deixando a categoria desprotegida e revoltada com a empresa. Os trabalhadores continuam na sede do Sinttel-DF aguardando uma posição da empresa.



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