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Federações cobram explicação do administrador judicial da Oi

Trabalhadores denunciam tratamento indigno e cobram posicionamento oficial sobre pagamentos e rescisões

Escrito por: Executiva da FITRATELP • Publicado em: 07/04/2026 - 14:23 • Última modificação: 07/04/2026 - 14:35 Escrito por: Executiva da FITRATELP Publicado em: 07/04/2026 - 14:23 Última modificação: 07/04/2026 - 14:35

Arte Divulgação

As federações representativas dos trabalhadores do setor de telecomunicações (FENATTEL, FITRATELP e LIVRE) enviaram uma notificação urgente ao Administrador Judicial da Oi, Dr. Bruno Rezende, exigindo um posicionamento oficial sobre o cronograma de desligamentos e a garantia das verbas rescisórias para centenas de profissionais. O documento também foi encaminhado à Juíza da 7ª Vara Empresarial do TJ-RJ, Dra. Simone Gastesi Chevrand, e à Desembargadora Dra. Mônica Maria Costa Di Piero.

Em comunicado à imprensa, as entidades sindicais denunciam um estado de “espera forçada” que já dura meses. Sustentam que “centenas de empregados permanecem à disposição da companhia sem a atribuição de atividades, o que mina a dignidade do trabalhador e gera um quadro de profundo constrangimento profissional.”

Os sindicatos reclamam da ausência de um cronograma oficial e afirmam que o adiamento sistemático de definições têm sido interpretados pelas federações como descaso com o planejamento de vida dos funcionários. “O sentimento relatado é de um “barco à deriva”, agravado pelas notícias de aceleração na queima de caixa e perda de clientes da Oi Soluções”, destacam.

O documento elenca os principais pontos da Denúncia:

Inércia da Gestão: Promessas feitas em reuniões anteriores (incluindo a de 17 de março) não resultaram em ações concretas. Existe um temor legítimo de que a empresa não honre as verbas rescisórias e as condições do programa de desligamento diante da deterioração financeira.

Saúde Mental: A incerteza está comprometendo a saúde mental e a segurança financeira de centenas de famílias.

Alerta Histórico: As federações citam o caso da Serede como um exemplo trágico que não pode se repetir, onde trabalhadores ficaram sem seus direitos essenciais após a falência.

Diante da falta de respostas resolutivas, as federações afirmam que não pouparão esforços para denunciar a gestão atual ao Ministério Público do Trabalho (MPT) e à Organização Internacional do Trabalho (OIT). “Chega a ser indigno o que está acontecendo. Exigimos a confirmação formal da reserva de recursos para as indenizações e a data imediata para o início do programa de desligamentos”, afirmam os presidentes das entidades no documento.

Fonte: convergenciadigital.com.br    

 

Título: Federações cobram explicação do administrador judicial da Oi, Conteúdo: As federações representativas dos trabalhadores do setor de telecomunicações (FENATTEL, FITRATELP e LIVRE) enviaram uma notificação urgente ao Administrador Judicial da Oi, Dr. Bruno Rezende, exigindo um posicionamento oficial sobre o cronograma de desligamentos e a garantia das verbas rescisórias para centenas de profissionais. O documento também foi encaminhado à Juíza da 7ª Vara Empresarial do TJ-RJ, Dra. Simone Gastesi Chevrand, e à Desembargadora Dra. Mônica Maria Costa Di Piero. Em comunicado à imprensa, as entidades sindicais denunciam um estado de “espera forçada” que já dura meses. Sustentam que “centenas de empregados permanecem à disposição da companhia sem a atribuição de atividades, o que mina a dignidade do trabalhador e gera um quadro de profundo constrangimento profissional.” Os sindicatos reclamam da ausência de um cronograma oficial e afirmam que o adiamento sistemático de definições têm sido interpretados pelas federações como descaso com o planejamento de vida dos funcionários. “O sentimento relatado é de um “barco à deriva”, agravado pelas notícias de aceleração na queima de caixa e perda de clientes da Oi Soluções”, destacam. O documento elenca os principais pontos da Denúncia: Inércia da Gestão: Promessas feitas em reuniões anteriores (incluindo a de 17 de março) não resultaram em ações concretas. Existe um temor legítimo de que a empresa não honre as verbas rescisórias e as condições do programa de desligamento diante da deterioração financeira. Saúde Mental: A incerteza está comprometendo a saúde mental e a segurança financeira de centenas de famílias. Alerta Histórico: As federações citam o caso da Serede como um exemplo trágico que não pode se repetir, onde trabalhadores ficaram sem seus direitos essenciais após a falência. Diante da falta de respostas resolutivas, as federações afirmam que não pouparão esforços para denunciar a gestão atual ao Ministério Público do Trabalho (MPT) e à Organização Internacional do Trabalho (OIT). “Chega a ser indigno o que está acontecendo. Exigimos a confirmação formal da reserva de recursos para as indenizações e a data imediata para o início do programa de desligamentos”, afirmam os presidentes das entidades no documento. Fonte: convergenciadigital.com.br      



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